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Friday, 29 / 05 / 2009

Bent u het woord Nederlandse?

Filed under: - Jordan White @ 21:47.29

Viagem chegando! Motivo pelo qual o site anda tão desatualizado. É sempre complicado quando essas oportunidades aparecem ‘do nada’, pois vc precisa encontrar um jeito de parar sua vida por um tempo – o tempo em que vc estará fora – e ainda assim manter tudo em dia. Resultado: trabalhar dobrado nas semanas que precedem a saída, deixar pronto tudo o que vc precisaria fazer naquele período e rezar para não aparecer nenhum compromisso de última hora.

Tá certo que dessa vez viajaremos a trabalho, mas certamente vamos arrumar um tempinho para fotografar algo para vcs – afinal, não é todo dia que se visita um país em que o sexo é permitido em praças públicas ;-)… Por hora, deixo uma foto de uma sessão realizada no começo do mês – vale dizer que Pink Floyd é uma de minhas bandas prediletas ;-)!


Wednesday, 6 / 05 / 2009

Liberdade

Filed under: - Amy Blue @ 17:06.17


Nós somos um casal liberal, e eu ando pensando muito sobre liberdade. Todos buscamos tanto a liberdade, falamos tanto em liberdade, mas o que de fato é liberdade? Eu não sei se consigo responder a essa pergunta. Não sei se alguém conseguiria. Mas uma coisa eu sei: sei o que não é liberdade! Liberdade não é deixar oportunidades passarem, com medo de perder a tal liberdade. Se você deixa de fazer algo que gostaria em nome da liberdade, está se prendendo! Se você deixa de viver, deixa de aproveitar a vida, você está preso; mais preso do que você pode imaginar. Essa sua “liberdade” é só uma casca, é só uma maneira de você dizer a si mesmo que é livre, mas você não é, não de verdade. Todos sempre estaremos presos a algo ou até mesmo a alguém, existirão sempre limites e isso não significa que não somos livres. A falta de limites é só falta de responsabilidade. Ser livre, para mim, é tomar suas decisões sem influência de nada nem ninguém, é aproveitar a vida, é escolher o que pode nos prender e sempre ter a opção de se soltar, é estabelecer seus limites e não deixar ninguém impô-los. É principalmente a vontade de voar ao invés de ter os pés no chão, a vontade de viver, de sair, de se divertir, de errar e acertar. De não ter medo de nada, nem mesmo de perder a liberdade!
Antes das fotos, termino este post com uma pergunta: você é livre ;-)?


Wednesday, 22 / 04 / 2009

Por uma Realidade mais ‘real’

Filed under: - Jordan White @ 04:32.35

Época de provas – sempre razão para um hiato no site. Só mesmo escrevendo de madrugada – são 4:30 da matina e cá estou…

Muita gente fica sem entender o porquê de Amy e eu termos nos retirado da cena swinger, antes mesmo de termos tido alguma experiência séria com casais. Afinal, somos liberais, sim; pregamos o sexo e o amor livres, sem dúvidas; curtimos experiências a 3, a 4, e até mais pessoas, verdade também. Portanto, seria de se esperar que curtíssemos trocas de casais, experiências em mesmo ambiente com casais… certo? Na verdade não.
Bem, antes de mais nada, um esclarecimento: Nada temos contra o swing, nem contra casais que o praticam – muito pelo contrário, achamos um estilo de vida extremamente saudável, quando praticado da maneira certa. Só que pra gente não funciona muito bem. A razão é que, em todos estes anos de libertinagem, pelo menos em 90% dos contatos que recebemos tem a mesma cara:

“Olá, vimos seu anúncio/fotos/site e adoramos. Somos um casal se frescuras e procuramos casais sem frescuras, para algo real o mais breve possível. Desejamos uma amizade sem envolvimento emocional ou financeiro. Curtimos bi-fem e troca, não a bi-masc, drogas e bizarrices. Aguardamos retorno!”

Mecânico, não acham? Como assim, “o mais breve possível”? Por acaso existe algum prazo de validade para a relação que está sendo proposta? E o que seriam “bizarrices”? Aos olhos do cidadão exemplo da sociedade em que vivemos, o próprio comportamento swinger já seria uma bizarrice – o que faz da declaração “não a bizarrices” um paradoxo, no mínimo.
Mas minha parte predileta é o “procuramos casais sem frescuras”. Eu interpreto isso como “somos um casal apressado, sem paciência para as incertezas que um casal novato possa ter. Por isso, se vocês não estão absolutamente certos de que querem trocar com a gente, nem entrem em contato…”. E por fim, de que serve uma “amizade sem envolvimento emocional”? Como isso é sequer possível? Eu amo todos os meus amigos, e acho que qualquer amigo que se preze – amigo mesmo, de verdade – sofre junto com o outro, fica feliz junto, se ferra junto se necessário for. Um amigo que não esteja envolvido emocionalmente com vc não é um amigo, e tenho dito.

O fato é que abordagens assim sempre nos intimidaram, antes mesmo de iniciar qualquer tipo de relação com o casal em questão. Ao nosso ver, algo dessa natureza – um envolvimento a quatro – não é algo que se faça com qualquer um. Para começo de conversa, é preciso que existam afinidades – e muitas. Como é possível partilhar de momentos tão íntimos, sentir prazer junto, com alguém com quem não se partilha nada, nem mesmo gosto por música, filmes, filosofia de vida, que não pense no sexo e nas relações humanas como você…? Mais ainda: Como eu poderia entregar Amy nas mãos de alguém por quem eu não tenha nem mesmo uma admiração mínima, alguém que eu não ache digno dela? Não é possível. E se você não está entendendo o que eu quero dizer, responda a uma pergunta: Você emprestaria o seu livro predileto a alguém que mal conhece, e que não sabe se vai cuidar direito dele? Espero que não. E porque então faria isso com sua namorada/esposa/amante…?

Ao meu ver, e creio que falo pela Amy também, não existe essa de “ah, é só sexo”. O “só sexo” já é por si só muita coisa. Já são 2, 3, 4 pessoas compartilhando intimidades, trocando sensações, momentos únicos, se proporcionando prazer. Trocam-se confidências, segredos, carinhos. Em resumo: Você não precisa casar com todo mundo com quem você transa; mas também não vai colocar qualquer coisa na sua cama.

Dito isso – tudo isso :-B – vale dizer que existem sim casais que desejam algo de fato REAL – e uso real aqui opostamente a ‘artificial’, como acabam sendo a maioria das propostas nesse meio. Confiança, amizade e química são um tripé sagrado em qualquer relação – não importando o número de envolvidos. E é por isso que nós paramos de procurar casais para experiências sexuais, mas continuamos abertos para pessoas com quem nos identificamos, com quem possamos conversar, sair, tomar umas e outras, ouvir um som e assistir um bom filme. Se o sexo viesse como conseqüência de toda essa afinidade… isso sim seria uma experiência real! :-)

[Post dedicado a todos aqueles, casais ou solteiros, que procuram uma experiência verdadeiramente real em dias tão sombriamente impessoais (Anne e Tom, estão aí? ;-) )]


Friday, 10 / 04 / 2009

Toca Rauuuuul

Filed under: - Jordan White @ 23:06.46

Sem inspiração para escrever. Assim sendo, deixarei que Raulzito fale por mim hoje:

Maluco Beleza, por Raul Seixas

Enquanto você
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual…

Eu do meu lado
Aprendendo a ser louco
Maluco total
Na loucura real…

Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez…

Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza…

E esse caminho
Que eu mesmo escolhi
É tão fácil seguir
Por não ter onde ir…

Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez
Eeeeeeeeuu!…
Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez

Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com toda certeza
Maluco, maluco beleza…


Saturday, 21 / 03 / 2009

Regime

Filed under: - Amy Blue @ 22:05.28


Emagrecer e engordar, emagrecer e engordar. Esse é o dilema de várias mulheres, e assim sendo, não deixa de ser o meu… acho que mais ainda por causa deste site. Tudo bem que eu não gosto de minas anoréxicas, muito magras. Tem que ter aonde pegar, sabe? Por outro lado, também não dá pra ser muuuito muito gordinha. Mas aí fica a questão: qual o ponto certo? Bom, eu não acho que estou no meu ponto certo e o objetivo agora é emagrecer – aos poucos, sem loucura, pra poder tirar cada vez fotos melhores, certo? ;-)
Então por enquanto a gente fica com fotos antigas, e assim que o regime começar a fazer efeito, tiramos novas fotos pra mostrar pra vcs se teve algum efeito. Melhor: pra vcs dizerem pra mim se teve algum efeito… ;-)

PS: Prometo que na nova leva de fotos estreio meu batom vermelho novo :-P


Monday, 9 / 03 / 2009

Deep Purple em sampa!

Filed under: - Jordan White @ 19:41.02

Saudações roqueiras! Atrapalhado com os ossos do ofício, resolvi dar só uma passadinha para comentar o show do Purple do último sábado, dia 7/3. E não é que os velhinhos estão com tudo em cima, meu? O show começou no horário, sem banda de abertura e contou com um set list impecável, executado quase que sem falhas pela trupe de veteranos. O ‘quase’ aqui fica por conta da performance prejudicada de um Ian Gillan profundamente rouco, acredito que por conta de um resfriado ou gripe passageira (NOTA: Após uma breve pesquisa na internet, descobri uma informação extra-oficial de que o vocalista estaria sob a influência de uma infecção pulmonar. Fonte: Forum do Whiplash).
De fato, os agudos de Mr. Gillian estavam longe de apresentarem a qualidade que lhe é peculiar, como ficava claro já no início do show – Into The Fire foi um sacrifício sem tamanho para o bom velhinho, embora os problemas maiores tenham ocorrido mesmo em Black Night. Mesmo assi, Gillian conseguiu administrar bravamente uma tosse forte que lhe acompanhou durante todo o show, evitando assim maiores transtornos para os fãs.
Quanto à escolha das músicas, na minha humilde opinião não poderia ter sido mais adequada: Não faltaram as inevitáveis Perfect Stranger, Smoke On The Water , Highway Star e Space Truckin, que levaram – como sempre – o público à loucura. Além dessas, pudemos presenciar canções mais recentes do repertório da banda, como a viajante Rapture of The Deep, a energética The Battle Rages On e minha preferida pessoal, a linda, linda, linda Sometimes I Feel Like Screaming. Esta última, aliás, foi uma verdadeira realização de um sonho – cantar junto com o mestre Gillian ali, de pertinho.
No geral, o show foi nada menos que um sucesso digno de Deep Purple, e nem mesmo o problema de saúde de Gillian foi capaz de evitar que os fãs desfrutassem de uma noite histórica em sampa. Abaixo, o set list completo do show (de memória, então entre em contato caso encontre algum erro):

1. Highway Star
2. Things I Never Said
3. Into The Fire
4. Strange Kind Of Woman
5. Mary Long
6. Rapture Of The Deep
7. Contact Lost
8. Well Dressed Guitar
9. Steve Morse Solo
10. Sometimes I Feel Like Screaming
11. Wring That Neck
12. The Battle Rages On
13. Don Airey Solo
14. Perfect Strangers
15. Space Truckin
16. Smoke On The Water

Encore:
17. Hush
18. Black Night

Ué, ainda estão aí? De fato, isso aqui não é um site sobre rock – bem, talvez um pouquinho – mas essencialmente é um site erótico. E como tal, deixo algumas fotos para vocês ;-).


Tuesday, 24 / 02 / 2009

Um site aleijado

Filed under: - Jordan White @ 20:47.19

Cara, nem acredito que o carnaval está acabando… Todo ano é a mesma coisa: esquindolelê, muvuca, todo mundo esquece a vergonha em casa e fica pagando de moderninho. Tudo bem, por um lado é isso que a gente prega aqui no blog o ano todo – que as pessoas façam o que querem, sem sentirem-se presas a moldes sociais obsoletos. Mas acho uma hipocrisia tremenda que os mesmo foliões que se entregam à libertinagem no carnaval, sejam os carrascos desse estilo de vida no resto do ano. Outra coisa que irrita um pouco é a super-lotação das casas de swing nesta época. Faz tempo que a gente não vai, mas particularmente nessa época do ano elas ficam intransitáveis: gente saindo pelo ladrão, um monte de caras doidos para comerem a mulher dos outros, e dando chilique quando alguém se aproxima da mulher deles. Bah, que coisa besta! Só ficando em casa mesmo, pq de outra forma, é chateação na certa.

Mas mudemos de assunto! Eu sempre fico amargo no carnaval, e embora prometa a mim mesmo todo ano que não vou encher o ouvido de vcs com baboseiras anti-carnavalescas, sempre acabo falhando miseravelmente. Oh well, fazer o que?

Recentemente Amy e eu andamos conversando muito sobre a chatice que é termos que manter o anonimato aqui no site. Ok, na verdade essa discussão sempre existiu, mas foi recentemente reavivada por uma pergunta bastante simples de Carla, uma amiga muito querida que partilha da nossa filosofia de vida: “Por que as fotos do site estão com o rosto borrado?”. De fato, por que? Oras, este é um espaço nosso, e seria no mínimo óbvio que pudéssemos simplesmente entrar aqui e escrever sobre qualquer coisa, sem medo de sermos reconhecidos, sem ter que prestar atenção em nos referirmos um ao outro através de nicks artificiais. Eu gostaria de poder dar meu nome, e Amy o dela, assim como postar nossas fotos como elas são – sem edição, rosto borrado, coisas que acabam aleijando os propósitos desta página. Vcs não imaginam quantas fotos bacanas eu deixo de postar aqui porque perdem totalmente a graça quando são editadas.

Mas então por que a gente não ‘libera geral’ e manda o anonimato pras cucuias de uma vez? Bem, pq infelizmente ainda vivemos nessa sociedade retrógrada que tanto criticamos. E embora eu não dê a mínima para o que 95% das pessoas do meu convívio pensariam ao se depararem com fotos eróticas minhas na web, me preocupo com a situação em que os 5% restantes se encontrariam se fizéssemos isso. Alguns amigos mais conservadores, colegas de trabalho, e principalmente família. Imaginem vcs: Se alguém chegasse pra mim e dissesse “há, eu vi uma foto da sua namorada pelada na internet, que pouca vergonha!”… bem, eu mandaria à merda, e se estivesse de muito bom humor escracharia a pessoa com um discurso pró-libertinagem que possivelmente a deixaria chocada demais para retrucar. Mentira, ando sem paciência – possivelmente eu apenas levantaria e sairia andando, tentando me manter alheio a tamanha ignorância, rsrs… Mas enfim, uma situação completamente diferente seria se alguém chegasse para o meu pai, ou minha mãe, que já trazem certos princípios morais imutáveis, e dissesse: “há, eu vi seu filho e sua nora – aquela vagabunda – na internet… que pouca vergonha”! Pobrezinhos, certamente se sentiriam na obrigação de nos defenderem, já que não imaginam que não nos importamos com este tipo de alcunha. Pior, provavelmente arrumariam briga com deus e o mundo – isso se não tivessem um troço, vítimas da maldade de gente que certamente faz escondido a mesma coisa que a gente.

Assim, enquanto prezarmos pela sanidade mental dos nossos amigos e familiares menos liberais, não nos resta outra solução além de deixar que este site continue aleijado. Talvez acabemos por nos divorciar de vez desta hipocrisia toda, e abramos mão de ao menos parte de tantos cuidados. Mas isso ainda é um projeto, e não parece ser uma possibilidade para um futuro muito próximo…

Bem, hoje trago mais fotos da nossa viagem de começo de ano, e uma foto particularmente especial. É uma foto da Carla, amiga que provocou, ainda que ivoluntariamente, este post confessadamente irritado com nossa própria necessidade de anonimato – nossa não, dos nossos familiares, afinal, é tudo por eles. E espero de coração que chegue logo o dia em que eu, Amy, Carla e vcs todos possamos prestigiar aqui um site completo, real e íntimo, ao invés desta versão aleijada e impessoal que apresentamos hoje.


Saturday, 21 / 02 / 2009

A Casa dos Budas Ditosos… de novo

Filed under: - Amy Blue @ 12:32.03


Como o White já disse no post anterior, nós dois terminamos de ler essa semana A casa dos budas ditosos e eu acho que esse livro merece um post aqui. Não só por conter várias histórias excitantes, mas tb por conter vários pensamentos parecidos com os nossos… Não posso falar muito, pq não quero estragar a leitura de ninguém, mas não resisto em colocar aqui um trecho do livro de que gostei muito:

“Decidi dar este depoimento oralmente, em lugar de escrevê-lo, por várias razões, a principal das quais é artrite. Cortar isso, gracinha boba, eu não tenho artrite, nem faço planos de ter. Muito bem, prefácio. Decidi fazer este depoimento inicialmente de forma oral, em vez de escrita, pela razão principal de que é impossível escrever sobre sexo, pelo menos em português, sem parecer recém-saído de uma sinuca no baixo meretrício ou então escrever “vulva”, “vagina”, “gruta do prazer”, “sexo túmido” e “penetrou-a bruscamente”. Falando, fica mais natural, não sei bem por quê.”

Acho q esse é o principal motivo que me afastou deste site por tanto tempo. Devo revoltar alguns com minha opinião, mas eu não gosto dessa língua, não gosto do português e sei que me sentiria muito mais à vontade para me expressar em inglês, por exemplo.

Ah! E antes que eu esqueça… No livro a personagem diz q não gosta de DP, que isso é coisa de filme pornô, e só. Devo dizer que discordo completamente e acho q ela só nunca achou duas pessoas certas pra isso, pq eu ADORO! ;-)

Como de costumo deixo vocês com mais duas fotos da nossa maravilhosa viagem!


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